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O Hospital da Coluna é focado em cirurgias e técnicas minimamente invasivas na área de Coluna Verteb
CIRURGIA E TÉCNICAS MINIMAMENTE INVASIVAS DA COLUNA E ORTOPEDIA

EM BREVE, SERÁ INAUGURADO EM SÃO PAULO, O PRIMEIRO HOSPITAL DA COLUNA ESPECIALIZADO EM CIRURGIA E TÉCNICAS MINIMAMENTE INVASIVAS DA AMÉRICA LATINA.

HOSPITAL DA COLUNA

CIRURGIA E TÉCNICAS MINIMAMENTE INVASIVAS DA COLUNA E ORTOPEDIA

CENTRO DE TRATAMENTO DA DOR

O Hospital da Coluna é focado em cirurgias e técnicas minimamente invasivas na área de Coluna Vertebral e Ortopedia utilizando se de tecnologia avançada e equipes médicas altamente capacitadas com o objetivo de minimizar o trauma, o sangramento, as complicações, o custo e período de internação; permitindo assim, a rápida recuperação e o retorno precoce às atividades prévias.

TRATAMENTO DA DOR DISCOGÊNICA

TÉCNICAS CIRÚRGICAS PASSO A PASSO

Figura: Pirâmide da dor discogênica do terceiro milênio mostrando as nove etapas do tratamento da dor discogênica.

A IMPORTÂNCIA DA PIRÂMIDE DA DOR DISCOGÊNICA

No Hospital da Coluna, a equipe médica segue rigorosamente um protocolo de tratamento que é baseado em medicina baseada em evidência, competência, vivência e respeito aos pacientes. Seguindo o princípio da “Pirâmide”, sempre que possível, procuramos resolver as doenças da coluna com tratamentos não cirúrgicos; porém, oferecemos técnicas e cirurgias maximamente efetivas e minimamente invasivas, quando uma intervenção é inevitável. Tratamos o paciente como um todo através de uma equipe multidisciplinar formada por ortopedistas, neurocirurgiões, intervencionistas de dor, clínicos gerais, psicólogos, nutricionistas, fisiatras, fisioterapeutas, radiologistas e especialidades afins.

ETAPA 1

TRATAMENTO CONSERVADOR

A grande maioria das doenças da coluna vertebral se cura com tratamento conservador bem realizado e as recidivas podem ser prevenidas através de medidas preventivas. O Hospital da Coluna dispõe de equipe médica multidisciplinar e centro de reabilitação adequadamente adaptado para oferecer um atendimento global e integral aos pacientes sofredoras de dores nas costas.

· Medicamentoso

· Fisioterapia

· RPG

· Pilates

· Orientação nutricional

· Orientação psicológica

· Avaliação física e orientação esportiva

· Escola de coluna (prevenção), etc

ETAPA 2

PROCEDIMENTOS PERCUTÂNEOUS

CLÍNICA DA DOR E TÉCNICAS PERCUTÂNEAS MINIMAMENTE INVASIVAS

Sabemos que 5 a 10% dos pacientes não saram com tratamento conservador, mesmo que seja bem efetuado. Antigamente, a esses pacientes eram oferecidas cirurgias abertas, que nem sempre davam bons resultados; mas, no Hospital da Coluna, esses pacientes podem se beneficiar de procedimentos percutâneos que são realizados através de punção ou pequena incisão, com ou sem assistência de vídeo cirurgia e anestesia local (sedação controlada) ou geral em casos selecionados. A grande vantagem reside no fato de serem minimamente agressivos, curto período de internação, baixa complicação e rápida recuperação. No Hospital da Coluna, após o insucesso com o tratamento conservador, os nossos pacientes são encaminhados para a Clínica da Dor, onde uma equipe multidisciplinar irá tentar resolver as doenças da coluna através de técnicas minimamente invasivas.

CLÍNICA DA DOR

· Acupuntura

· Anuloplastia lombar percutânea eletro térmica (IDET)

· Bloqueios diagnósticos e terapêuticos (cervical, torácica, lombar, sacral)

· Bloqueio anestésico de gânglio cervical

· Bloqueio anestésico de raízes cervicais

· Bloqueio celíaco

· Bloqueio de Bier

· Bloqueio de gânglio de Glasser

· Bloqueio de gânglio l2

· Bloqueio de raízes sensitivas torácicas

· Bloqueio de nervo isquiático

· Bloqueio de trigêmeo

· Bloqueio gânglio estrelado

· Bloqueio do nervo occipital

· Bloqueio regional do plexo braquial

· Bloqueio regional de Winnie

· Bloqueio regional espaço interescalênico

· Bloqueios regionais musculares e tendíneas guiados por ultra-som

· Cordotomia percutânea por radiofreqüência

· Discografia provocativa

· Discografia funcional

· Eletro acupuntura

· Denervação facetária cervical, torácica e lombar

· Epiduroscopia

· Implante de bomba de morfina

· Implante de neuroestimulador epidural

· Infiltração de pontos gatilho

· Infiltrações de tender points

· Infiltrações de trigger points

· Infiltração epidural de corticoesteroides

· Infiltrações intra-articulares

· Infiltração intradiscal de corticosteróide

· Infiltrações paravertebrais por técnica de Fischer

· Infusão de fator de regeneração intra-articular

· Infusão de fator de regeneração paravertebral

· Infusão intravenosa de anestésico local

· Infusão sacral de corticoesteróide

· Instalação de PCA

· Neurólise de nervos periféricos por alcoolização

· Neurólise de nervos periféricos

· Neurólise sensitiva por radiofreqüência contínua

· Neuromodulação ganglionar por radiofreqüência pulsada

· Nucleoplastia (eletro térmica/radiofreqüência)

· Nucleoplastia cervical e lombar

· Ozonioterapia intra-articular

· Ozonioterapia paravertebral

· Radiculotomia cervical por radiofreqüência

· Radiculotomia lombar por radiofreqüência

· Radiofreqüência de trigêmeo

· Rizotomia percutânea

· Simpatectomia lombar percutânea

· Spine injection cervical

· Spine injection lombar

· Tunelização de cateter peridural para controle da dor

TÉCNICAS PERCUTÂNEAS MINIMAMENTE INVASIVAS

· Anuloplastia lombar percutânea endoscópica

· Cifoplastia percutânea

· Discectomia cervical percutânea endoscópica

· Discectomia lombar eletro térmica (Acutherm)

· Discectomia lombar interlaminar percutânea endoscópica

· Discectomia lombar transforaminal percutânea endoscópica

· Discectomia torácica percutânea endoscópica

· Fixação facetaria lombar percutânea

· Foraminoplastia lombar percutânea endoscópica

· Foraminotomia cervical anterior e posterior endoscópica

· Hidrodiscectomia lombar percutânea (Spine Jet)

· Rizotomia facetaria endoscópica

· Vertebroplastia percutânea

ETAPA 3

MACRO OU MICRODISCECTOMIA

A macro ou microdiscectomia ainda é considerada por alguns como sendo um procedimento padrão ouro no tratamento cirúrgico de hérnia discal lombar, porém, o padrão outro não significa que seja a melhor técnica, e sim, uma técnica básica que todo cirurgião deve dominar. No Hospital da Coluna, utilizamos a técnica de microdiscectomia, porém, com o auxílio de vídeo (microdiscectomia endoscópica), o que permite uma incisão menor, menos agressão, melhor visualização, menor a possibilidade de complicação, menos dor, menor tempo de hospitalização e rápida recuperação.

· Microdiscectomia endoscópica (Endospine)

· Microdiscectomia endoscópica (Metrix)

ETAPA 4

ESTABILIZAÇÃO DINÂMICA (PROCESSO ESPINHOSO)

A cascata degenerativa tem três fases: disfunção, instabilidade e re-estabilização. Por isso, a grande maioria dos pacientes sofredoras de dores nas costas se cura espontaneamente com o decorrer do tempo. Porém, conforme se pode notar na “pirâmide”, 0,5 a 2% deles irão necessitar de algum tipo de cirurgia de estabilização. Existem basicamente dois tipos de estabilizações dinâmicas: baseada em processo espinhoso e em pedículos vertebrais. Esses dispositivos podem ser utilizados isoladamente ou associado a descompressão (discal, canal vertebral: central, lateral, foraminal).

· Dispositivo interespinhoso estática (Wallis, Diam, X-top)

· Dispositivo interespinhoso dinâmico (Viking)

· Dispositivo interespinhoso percutâneo (Aperius)

ETAPA 5

ESTABILIZAÇÃO DINÂMICA (PEDÍCULO VERTEBRAL)

Na doença degenerativa de disco intervertebral lombar, a estabilização dinâmica praticamente substituiu a cirurgia de artrodese. Apresenta como principais vantagens em relação à artrodese por ser menos agressiva, preservar parcialmente a mobilidade do seguimento motor, diminuir a possibilidade de ocorrência da síndrome juncional (sobrecarga do segmento adjacente), menos perda sanguínea, menos dor no pós operatório, permitir rápida reabilitação e retorno precoce às atividades. São dispositivos que aumentam a proteção à coluna sem afetar a estrutura básica da mesma, isto é: podem ser totalmente revertidas ou convertidas em artrodese.

· Sistema de neutralização dinâmica (DYNESYS)

· Sistema COSMIC

ETAPA 6

ARTROPLASTIA PARCIAL DO DISCO (NÚCLEO PULPOSO)

A Artroplastia do disco intervertebral pode ser classificada basicamente em: artroplastia do núcleo pulposo e artroplastia total do disco. A idéia da artroplastia é substituir parcial ou totalmente o disco intervertebral doente, sem o acometimento das articulações facetarias. As próteses discais parciais podem ser introduzidas por via aberta ou percutânea, porém, os inúmeros tipos existentes ainda necessitam de estudos clínicos para comprovarem a sua eficácia.

ETAPA 7

ARTROPLASTIA TOTAL DO DISCO

A Artroplastia total do disco intervertebral consiste em substituir totalmente o disco. Existem vários tipos de próteses discais (cervical e lombar). Tem como principal vantagem preservar a mobilidade articular (pelo menos numa fase inicial) e diminuir a incidência da síndrome juncional (teoricamente).

ETAPA 8

ARTROPLASTIA DISCAL E FACETÁRIA

A artroplastia total de disco e das articulações facetarias está indicado quando todos os componentes do complexo tri articular do seguimento motor estão comprometidos. Tem a vantagem teórica de preservação da mobilidade articular, porém, mais estudos clínicos terão de ser realizados para comprovar a sua eficácia.

ETAPA 9

ARTRODESE (FUSÃO)

A artrodese ou fusão vertebral consiste em imobilizar definitivamente uma articulação. A artrodese é o ápice da “pirâmide”, isto é: é a última tentativa para tentar curar a doença degenerativa do disco. Apesar do desejo em se preservar o movimento do segmento vertebral acometido, existem situações em que, inerentemente ao desejo do cirurgião e do paciente, a artrodese é necessária. Como exemplo temos os acometimentos discais avançados com colapso discal e substituição da estrutura normal das plataformas vertebrais (Pfirmann 4 e 5), acometimento avançado das articulações facetárias com decorrente instabilidade translacional (espondilolistese degenerativa), as instabilidades secundárias aos defeitos do arco vertebral posterior (espondilolisteses ístmicas), os acometimentos multisegmentares (escoliose degenerativa), dentre outros. Quando estas indicações absolutas justificam o seu uso, tanto em doenças degenerativas do disco, como em fraturas e tumores, a melhor técnica é por métodos minimamente invasivos, por preservarem todo o complexo músculo-ligamentar posterior e ser de baixa morbidade quando comparada aos procedimentos tradicionais abertos. Várias técnicas modernas de artrodese atingem os mesmos índices de fusão tradicionalmente obtidos, com a vantagem de minimizar os seus efeitos indesejados. O exemplo clássico é o da técnica de artrodese intervertebral transforaminal, mais conhecida como TLIF minimamente invasivo. Porém, existem outras técnicas como: Axial LIF, X-LIF, PLIF, ALIF, sendo todas consideradas de acordo com a necessidade de cada paciente.

Data de Publicação : 15/06/2010
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