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“Small is beautiful”, esse foi o título do artigo publicado no Journal of Spine Disorder em 1997, da autoria do McCulloch que foi discípulo de McNab que por sua vez é considerado por alguns, juntamente com o Mario Brock, como os precursores da cirurgia minimamente invasiva da coluna vertebral, introduzindo o uso da microscopia e de técnicas percutâneas para a realização de cirurgias de coluna vertebral.
“Primo non nocere”, esse é o mandamento de Hipócrates que juramos seguir por ocasião da nossa formatura. Isto é, qualquer ato médico não deve ser mais nocivo que a própria doença.
Qualquer tipo de tratamento, seja conservador ou cirúrgico, deve ser “maximamente efetivo e minimamente invasivo”.
Para que o tratamento proposto seja maximamente efetivo, é necessário o conhecimento acurado da doença, o exame minucioso do paciente, pedir adequadamente os exames de imagem e ter correlação dos achados clínicos com a imagenologia.
Para que o tratamento seja minimamente invasivo, devemos nos utilizar de toda a tecnologia disponível. A primeira grande mudança na cirurgia da coluna, depois da introdução da microscopia, foi a utilização rotineira da radioscopia; a segunda , foi o desenvolvimento de métodos diagnósticos, tais como a tomografia axial computorizada e a ressonância magnética; a terceira foi o desenvolvimento de artroscópio e do endoscópio e mais recentemente de estabilizadores dinâmicos da coluna vertebral.
Assim, as Cirurgias Minimamente Invasivas nos permitirem atingir o alvo desejado (a doença) agredindo minimamente as estruturas que não estão envolvidas na doença; provocam pouca lesão ao organismo e consequentemente o paciente tem pouca dor no pós-operatório, rápida reabilitação e retorno às atividades normais.
IDIOMAS PARA CONSULTA:
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PORTUGUÊS, COREANO, INGLÊS, ESPANHOL E ITALIANO
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