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As dores nas costas, também denominadas lombalgias, acometem 80 a 90% da população em alguma fase de sua vida. Em geral, a lombalgia é provocada pela degeneração discal ou pela hérnia discal. Ela é considerada a segunda causa de incapacidade de trabalho na vida adulta e a primeira causa em adulto jovem nos EUA. É a doença mais importante deste início do terceiro milênio. Tão importante que o Conselho das Sociedades de Coluna Vertebral dos EUA decretou o período de 2001 a 2010 como sendo a Década da Coluna, que tem como objetivo a divulgação, o ensino e a pesquisa das doenças relacionadas à coluna vertebral pelas principais entidades ligadas às doenças da coluna em todo o mundo. Aqui no Brasil, a maior sociedade científica que agrega os especialistas em coluna vertebral, a Sociedade Brasileira de Coluna (
www.coluna.com.br
) vem trabalhando intensamente nesse sentido e no ano de 2006 fundou o Comitê de Cirurgia Minimamente Invasiva da Coluna Vertebral (
www.coluna.com.br/CCMI
).
A lombalgia é a doença mais importante em adultos com menos de 45 anos e é potencialmente a mais debilitante, coincidindo exatamente com a fase de máxima produtividade do indivíduo. Felizmente, cerca de 90% a 95% delas se resolvem em quatro a doze semanas através de repouso, medicamentos e fisioterapia (tratamento conservador). Porém, os restantes 5% a 10% vão necessitar de algum procedimento cirúrgico. Felizmente, graças à evolução tecnológica tanto em termos diagnósticos e terapêuticos, as cirurgias convencionais estão sendo gradativamente substituídas por técnicas menos agressivas conhecidas como cirurgia ou procedimentos minimamente invasivos. A grande vantagem dessas técnicas é pelo fato de serem menos agressivas, provocam pouca lesão ao organismo e consequentemente menos dor no pós operatório e mais rápida reabilitação e retorno às atividades.
Abaixo estão alguns artigos relacionado aos procedimentos minimamente invasivos que já fazem parte do arsenal terapêutico dos especialistas em coluna vertebral: |